segunda-feira, 30 de novembro de 2015

OPORTUNIDADE: 28 vagas para residência multiprofissional em Saúde Coletiva em Pernambuco


A Secretaria Estadual de Pernambuco torna público que será realizado o Processo Seletivo para os programas de Residência em Área Profissional de Saúde vinculados à COREMU da Escola de Governo em Saúde Pública de Pernambuco, COREMU da Universidade de Pernambuco, COREMU da Universidade Federal de Pernambuco e COREMU do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira e desenvolvidos nas Instituições de Saúde que ofertam residências em Área Profissional de Saúde no Estado de Pernambuco, para o ano de 2016, de acordo com as normas e resoluções da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional e Área Profissional da Saúde – CNRMS/MEC e da Secretaria Estadual de Saúde/PE .
Vagas
- Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva da FCM:
12 vagas (entre várias profissões).
- Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva da Secretaria de Saúde de Recife:
01 vaga para Biomédico.
- Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães:
15 vagas (entre várias profissões).
Requisitos
Graduação em biomedicina;
Registro no conselho de classe;
Não ter vínculo empregatício.
Duração e carga horária

Os programas de Residência em Área Profissional de Saúde e Multiprofissional seguem as diretrizes do Ministério da Educação, portanto, são desenvolvidos em regime de dedicação exclusiva, com duração de 24 meses, com carga horária total de 5.760 horas, sendo 80% voltadas para a prática em serviço (4.608 horas) e 20% teórico-práticas (1.152 horas).
A carga horária é cumprida em jornada de 60 horas e uma folga semanal, programadas em calendário disponibilizado mensalmente.
Bolsa
Em acordo com legislação vigente será paga aos residentes uma bolsa mensal no valor de R$ 2.976,26.
Inscrições
Até 16 de dezembro de 2016.
Taxa: R$ 290,00

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Os enfermeiros são mais cobiçados do que os médicos

Cândida Márcia de Brito, do Hospital Sírio-Libanês: responsável pelo desenvolvimento dos colegas de trabalho
São Paulo - Em agosto, ganhou espaço no noticiário a discussão em torno da necessidade de importar médicos de outros países para trabalhar no Brasil. No entanto, um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (Ipea) mostra que são os enfermeiros os profissionais de saúde mais demandados pelo mercado.

O levantamento revela que, de 2009 a 2012, dos 304.317 postos de trabalho de nível superior abertos no Brasil, 27.282 vagas, quase 9% do total, foram para enfermeiros. Isso quer dizer que esses profissionais só foram menos requisitados que os analistas de tecnologia da informação (TI).
Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, desde 2007 o salário da profissão cresceu 58%, enquanto a inflação no período foi de 34,7%. Nos grandes hospitais do país, um enfermeiro recém-formado recebe em média 4.000 reais mensais por 6 horas de trabalho diárias. 

O paulistano Alexander Aredes Sobrinho, de 31 anos, é um exemplo do atual dinamismo da carreira. Embora tivesse predileção por atendimento de emergência, enveredou pela área de gestão após receber um convite para supervisionar a enfermaria do Hospital Santa Marcelina.
"Acabei me especializando em gerenciamento de enfermagem", diz Alexander. E ele não parou por aí. Graças a um curso para avaliar processos de qualidade em hospitais e clínicas em busca de certifcação, o enfermeiro realiza auditorias nas quais recebe de 1.000 a 1.500 reais por avaliação — um trabalho que dura dois dias.
Depois, fez uma especialização em administração hospitalar pela Fundação Getulio Vargas. Com o investimento no currículo, foi convidado em 2011 a assumir a chefa da emergência do Hospital São Camilo. Após a segunda promoção, Alexander é hoje assessor da gerência de enfermagem, posição cujo salário varia de 7.000 a 10.000 reais na instituição.
A área de educação também tem demandado profissionais de enfermagem. Foi essa a opção da enfermeira Cândida Márcia de Brito, de 37 anos, coordenadora do departamento de enfermagem do Hospital Sírio-Libanês. Depois de cinco anos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ela foi convidada a integrar a equipe de desenvolvimento de enfermagem, formando os profissionais que ingressam no hospital.
"Durante a faculdade, eu me interessava pela área acadêmica. Acabei exercendo a função no próprio ambiente hospitalar", afirma Cândida. "É muito gratificante sentir que você está ajudando um profissional a crescer na carreira", diz a enfermeira, que atualmente faz especialização em UTI.
Expansão e contratações impulsionados pelas deficiências crônicas da saúde pública brasileira e pelo aumento da renda da população, os hospitais particulares passam por um período de expansão. O resultado é que os bons profissionais da área são disputados.
No Hospital Albert Einstein, de São Paulo, cerca de 90 novos profissionais são incorporados mensalmente à equipe de 3.400 enfermeiros para atender as quatro unidades da capital paulista. Para atraí-los e retê-los, é preciso oferecer um bom plano de carreira e benefícios.
No Einstein, o profissional de enfermagem pode chegar à diretoria. A enfermeira paulistana Fernanda Morato Gal, de 31 anos, ingressou no Einstein em 2010 como enfermeira plena e, em agosto, foi promovida a enfermeira sênior e agora vai liderar uma equipe de medicina diagnóstica e preventiva.
Para Miriam do Carmo Branco da Cunha, diretora de RH do hospital, o grande diferencial do pacote de benefícios da instituição é o incentivo ao aprimoramento do profissional. O hospital oferece bolsa de estudos de 50% na graduação e na pós-graduação para todos os funcionários com mais de um ano de casa e boa avaliação de desempenho.  A remuneração varia de 3.611 (nível júnior) a 8.000 reais (sênior).
Acima dessas posições, está o gestor de enfermagem, que cuida dos processos e das pessoas, acompanhando indicadores e resultados. Treinando para contratar Para formar profissionais suficientes para suprir a demanda por gente bem qualificada, alguns hospitais criaram seus cursos de enfermagem e programas de trainees.
O Einstein, de São Paulo, conta com a própria faculdade de enfermagem. O curso, com duração de quatro anos, prevê estágio prático a partir do segundo ano. No Centro Universitário São Camilo (Cusc), também em São Paulo, o foco do curso é em gestão e liderança. 
"Num hospital, é o profissional de enfermagem quem verifica materiais, administra conflitos entre anestesista e cirurgião e define o tamanho da equipe para intervenções cirúrgicas e plantões, entre outras atividades", diz o coordenador do programa de enfermagem da instituição, Marcelo Chanes.
Para ele, todo enfermeiro precisa ter experiência assistencial (no cuidado com o paciente), mas a carreira pode levar a funções executivas, como gerência de qualidade, de processos ou auditoria financeira (enfermeiros que fazem a ponte entre o hospital e as operadoras de saúde).
Já os hospitais São Camilo oferecem um programa de trainee em enfermagem com duração de um ano para recém-formados e formados há dois anos. A remuneração é de 2.500 reais para 180 horas mensais de trabalho. Ao término do programa, os aprovados são efetivados como enfermeiros juniores e, depois de seis meses, são promovidos ao cargo de enfermeiros plenos.
Em 2014, haverá mais uma turma de trainees com aproximadamente 40 vagas. As inscrições serão abertas no site da instituição em novembro deste ano.
Para Marcelo Chanes, o mercado de enfermagem deve continuar crescendo nos próximos anos, dada a progressiva inversão da pirâmide demográfica brasileira, com maior proporção de idosos na população. "Tem enfermeiro que abre empresa de treinamento de cuidadores de idosos e está vivendo muito bem com isso", diz.
Outro fator é a expansão do Programa Saúde da Família, do governo federal, que prevê que cada instituição tenha, no mínimo, um profissional da área para dar assistência ao programa ou atuar no atendimento das várias Unidades Básicas de Saúde. "É a profissão
do futuro", diz Ivana Lucia Correa Pimentel de Siqueira, superintendente de atendimento e operações do Sírio-Libanês.

E, apesar da alta dose de estresse, a satisfação na carreira compensa os desafios.
Fonte: Denise Ramiro, da VOCÊ S/A EXAME.COM

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

MICROCEFALIA: AUTORIDADES PEDEM PARA PERNAMBUCANAS ADIAREM A GRAVIDEZ

Pernambuco registrou, neste ano, 141 casos de bebês nascidos com microcefalia no estado, uma malformação em que o recém-nascido tem o crânio pequeno. O número disparou em 2015 e o caso vem sendo investigado pela Secretaria de Saúde do estado, em conjunto com o Ministério da Saúde e da Organização Pan-americana de Saúde, para entender o que causou o aumento. O número de ocorrências é mais de dez vezes maior que os 12 registrados em 2014.


O que é Microcefalia?

Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça da pessoa é significativamente menor do que a de outros da mesma idade e sexo. Microcefalia normalmente é diagnosticada no começo da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.
Crianças com microcefalia tem problemas de desenvolvimento. Não há tratamentos para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.

Causas

Microcefalia é o resultado de um crescimento anormal do cérebro que pode ocorrer no útero ou na infância. Microcefalia pode ser genética. Algumas outras causas são:
  • Malformações do sistema nervoso central
  • Diminuição do oxigênio para o cérebro fetal: algumas complicações na gravidez ou parto podem diminuir a oxigenação para o cérebro do bebê
  • Exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos na gravidez
  • Desnutrição grave na gestação
  • Fenilcetonúria materna
  • Rubéola congênita na gravidez
  • Toxoplasmose congênita na gravidez
  • Infecção congênita por citomegalovírus.
Doenças genéticas que causam a microcefalia podem ser:
  • Síndrome de Down
  • Síndrome de Cornelia de Lange
  • Síndrome Cri du chat
  • Síndrome de Rubinstein - Taybi
  • Síndrome de Seckel
  • Síndrome de Smith-Lemli–Opitz
  • Síndrome de Edwards.
A microcefalia normalmente é detectada pelo médico nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.

Buscando ajuda médica

A microcefalia normalmente é detectada pelo médico nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar uma microcefalia são:
  • Clínico geral
  • Pediatra
  • Neurologista
  • Neurologista infantil.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Você consumiu algum medicamento na gestação?
  • Você teve alguma doença na gestação?
  • Você fez uso de álcool, cigarro ou outras drogas na gestação?
  • Desde quando você notou a diferença no tamanho da cabeça da criança?.
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para microcefalia, algumas perguntas básicas incluem:
  • Qual é a causa mais provável da condição do meu filho?
  • Meu filho precisa de quaisquer testes adicionais? Se assim for, estes testes requerem qualquer preparação especial?
  • Quais são os tratamentos disponíveis?
  • Qual você acha que é o melhor para o meu filho?
  • Caso tenha mais filhos, quais os riscos de eles terem microcefalia?
  • Há algum folheto, site ou outros materiais nos quais consiga mais informações?.
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Microcefalia

A microcefalia é diagnosticada por meio do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento do bebê. O médico irá colocar uma fita métrica em torno da cabeça do bebê e marcar seu tamanho. Esta medida e também o tamanho da criança serão feitas durante os primeiros anos de vida do bebê e comparadas com uma tabela padronizada a fim de determinar se a criança tem microcefalia.
O médico também pode solicitar exames como: tomografia computadorizada da cabeça, ressonância magnética e exames de sangue para ajudar a determinar a causa da microcefalia.
Não há tratamento medicamentoso para a microcefalia que possa ser capaz de fazer a cabeça da criança voltar ao normal. É orientado realizar terapias para melhorar as habilidades da criança, como a fala. Portanto, a fisioterapia, terapia ocupacional e outras formas de tratamentos orientadas pelo médico são bem vindas.

SEM REAGENTE PARA PSA NO RECIFE.


Há pelo menos 60 dias, o principal laboratório da da Rede Municipal do Recife, não está realizando o exame de PSA dentre outros exames, por falta de reagentes. o Antigênio específico da próstata, ou PSA, é uma proteína produzida pelas células da glândula da próstata. O teste de PSA mede o nível de PSA no sangue de um homem. Para este teste, uma amostra de sangue é enviada para um laboratório para análise. Os resultados são geralmente classificados como nanogramas de PSA por mililitro (ng / ml) de sangue. o PSA é um dos principais exames para detecção precoce do câncer de próstata no Homem. Essa situação é Realmente é preocupante quando em pleno mês dedicado a prevenção desse tipo de câncer o município não dispõe desse exame para ofertar a população masculina.
pelo jeito estamos no NOVEMBRO PRETO E NÃO AZUL.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MUNEAN homenageá o Enfermeiro,Professor, Mestre,Doutor, Amigo e defensor do SUS. ITAMAR LAGES.

É com imensa satisfação que apresento um dos Homenageados pelo MUNEAN- Museu Nacional de Enfermagem Anna Nery, intitulada, História da Enfermagem Brasileira, no lançamento do painel com uns recortes do Perfil da enfermagem Brasileira Realizado pela Fiocruz em parceria com o Conselho Federal de Enfermagem- COFEN, no próximo dia 24 de novembro de 2015.

Itamar Lages por ele mesmo – D’aqui a pouco começo a 53ª volta da jornada da minha presença neste mundo!
Em 1981 comecei a trabalhar na Enfermagem. Estava recentemente formado como Técnico de Enfermagem pela Escola Estadual Sylvio Rabelo. Na minha carteira profissional, o registro era de Auxiliar de Enfermagem. Ainda hoje o termo Auxiliar de Enfermagem aparece na minha carteira profissional, condição que ainda mantenho com o Ministério da Saúde. Sempre que tenho oportunidade, na maioria das vezes em sala de aula, me apresento como uma pessoa que começou na Enfermagem como Auxiliar de Enfermagem. Até hoje estou certo de que fiz a melhor escolha para a minha vida, principalmente depois do inconcluso curso de Técnico em Química.
Homenageado – Enfermeiro Dr Itamar Lages
Meu primeiro trabalho foi na Clínica Psiquiátrica Senhor do Bonfim, que não mais existe. Depois na Clínica Jung e no Hospital Evangélico. Em 1982, depois de ter sido aprovado em concurso público, passei a trabalhar no Centro Hospitalar da Polícia Militar. Em 1984, depois da aprovação em outro concurso, fui trabalhar no Hospital Getúlio Vargas, à época, do Ministério da Previdência e Assistência Social. Demorei muito tempo para concluir o curso de graduação em Enfermagem. Entre em 1982 e só me formei em 1991. Quanta falta me fez, como outros colegas, uma Política de Assistência Estudantil tão defendida pelo Diretório Acadêmico da UFPE, do qual eu fui um dos coordenadores!
Todas essas experiências aconteceram no Recife, capital de Pernambuco.

Tive uma importante experiência durante o estágio curricular para finalização do curso de graduação: atuação em saúde pública na Unidade Básica de Garanhuns, e a atuação em sala de parto no Hospital Dom Moura. Ambas em Garanhuns, interior de Pernambuco. Depois de formado tive uma breve experiência profissional, como Enfermeiro, no Hospital São Luiz em Surubim, interior de Pernambuco. Esta instituição é conveniada ao Sistema Único de Saúde.

Em 1992, pela primeira vez atuei como professor. O contrato profissional com o SENAC era de “Instrutor”, mas, hoje tenho o prazer de reconhecer, já naquela época, o quanto eu fui um educador!

Em 1992, estando na condição de sanitarista formado ao nível de especialização pela UFPE passei a trabalhar, depois de aprovação em concurso público, na I Diretoria Regional da Secretaria Estadual de Saúde.

Em 1993, fiz e não fui aprovado no concurso para provisão de professores de enfermagem da UFPE. Em 1994 fui aprovado para a docência na UPE. Desde então tenho atuado principalmente no curso de graduação em enfermagem, do qual, em 1997, fui coordenador. Também já contribuí com a graduação em medicina e em saúde pública. Atualmente, além do curso de graduação em enfermagem, também faço parte do grupo de docentes que atuam na Residência em Enfermagem, Residência em Saúde Coletiva, Residência em Psicologia e, agora, na Residência Saúde da Família do Campo.

Tive oportunidade de ter sido eleito presidente da Associação dos Docentes da UPE (ADUPE), cargo que exerci entre 2011 e 2014, depois de ter desempenhado funções de vice-presidente e secretário em mandatos anteriores.

Neste momento, sou um dos representantes da ADUPE no Conselho da Universidade de Pernambuco, órgão máximo da Instituição. Também integro a equipe da Superintendência do Complexo Hospitalar da UPE.

Em todas as minhas atuações quer totalmente fora da UPE, quer a partir da UPE, penso que sou razoavelmente conhecido como um militante da causa negra como um todo, e da quilombola em particular. A negritude em mim não é apenas uma questão de natureza, mas também de escolha. De consciência. Como diz o meu querido Pedro Cavalcante, há muito tempo: “Consciência, negro!”

ITAMAR LAGES

domingo, 1 de novembro de 2015

UFS DE DANCING DAYS RETRATO DO ABANDONO!!!

A unidade de saúde da comunidade de Dancing Days, localizada no bairro da Imbiribeira, se destaca com uma das quatro primeiras unidades de saúde da família, instalada no Recife , inaugurada no de 1996 pelo então ministro da Saúde Adib Jatene, unidade essa que na época era uma das meninas dos olhos do Programa Saúde da Família do Recife, lembro-me bem que naquela época não faltava nada, bastava qualquer problema de manutenção e quase de imediato os problemas eram corrigidos. Desde que a atual gestão assumiu a unidade não passou por nenhum processo de reforma, embora conste na lista de unidades a seriam reformados no ano de 2014. Quando se entra na unidade fica patente o completo abandono do poder publico, A situação da unidade é preocupante, só profissionais comprometidos com a saúde da população conseguem trabalhar situação que vimos: rachaduras em todos os ambientes, mofo em todos os ambientes, fiações expostas, colocando em risco a população e os trabalhadores, coleta de sangue sendo realizada na mesma sala onde é realizada a vacinação assim com a triagem, sala de curativo interditada, ventiladores quebrados, corredores, as escuras, um verdadeiro lixão. AMBIENTE TOTALMENTE INDIGNO PARA ATENDIMENTO DA POPULAÇÃO E TRABALHO DA EQUIPE.
NOVEMBRO PRETO













NOVEMBRO PRETO COMEÇOU!!!


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