sexta-feira, 24 de abril de 2015

Cofen aprova criação da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem

"Isso é um grande avanço para nós do nível médio"

O Conselho Federal de Enfermagem aprovou, nesta sexta-feira (24/4), a criação da Comissão Nacional de Técnicos de Enfermagem – Conatenf, que atuará como porta-voz do nível médio no Cofen. A nova comissão objetiva a melhoria da interlocução com os profissionais de nível médio, uma das propostas da nova gestão (2015-2018), aprovada já em sua primeira Reunião Ordinária de Plenária (ROP). A Conatenf contará com 5 membros titulares e cinco suplentes.
Foram criadas, ainda, duas novas comissões, com três conselheiros federais. A Comissão de Nacional de Relações Institucionais estreitará relações com o Congresso Nacional, com o Ministério da Saúde, a Anvisa e outras instituições que têm interface com o Cofen. A Comissão de Relações Internacionais busca otimizar a relação com outros países para a troca de experiências que tragam benefícios para a Enfermagem.

Presidente Manoel Neri e vice Irene Ferreira coordenaram a 464ª ROP
Presidente Manoel Neri e vice Irene Ferreira coordenaram a 464ª ROP
A plenária propôs alteração na Lei 5905/73, que dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem. Sugestões de mudanças serão encaminhadas pelos conselheiros federais para a CTLN (Câmara Técnica de Legislação e Normas), em um prazo de 30 dias. Com base nessas colaborações, a CTLN vai elaborar a minuta de proposta, que será avaliada pela plenária do Cofen e futuramente encaminhada ao Congresso Nacional. A nova gestão avalia que a lei, promulgada no Regime Militar, necessita de atualização para modernizar o Sistema.

“Conseguimos, já em nossa primeira Reunião Ordinária de Plenária, encaminhar algumas das principais propostas de campanha. Espero que o trabalho tenha continuidade neste ritmo, aprimorando a gestão do Sistema Cofen/Conselhos Regional e contribuindo para a melhoria dos serviços de Saúde prestados à população brasileira”, afirmou o presidente do Cofen, Manoel Neri.

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Fonte: Cofen

MOBILIZAÇÃO DA CATEGORIA

Auxiliares e técnicos de Enfermagem da Prefeitura do Recife estão convocados a participar de grande mobilização em prol a categoria que encontrasse em situação de total abandono. É assim que a categoria tem se sentido com a postura do Atual Presidente da Entidade, quem tem tratado a categoria com descaso, não tem respeitado as decisões das assembleias. Enquanto isso a categoria do município amarga: A sobre carga de trabalho por falta de profissionais; embora tenhamos centenas de concursados de 2012 aguardando ser nomeados em substituição dos 205 contratados sem nenhuma garantia trabalhistas e sem amparo legal.
Já os concursados estão com duas campanha de vacinação sem receber; o plano de cargos carreira de desenvolvimento e vencimento está parado; o grupo de trabalho da lei de produtividade não saiu do papel; os curso prometidos pela secretaria de saúde para acontecer desde o final do ano passado, nenhum aconteceu; a falta de equipamentos de proteção individual e coletiva; o curso de especialização em saúde da família, curso de urgência e emergências para os profissionais das policlínicas, o protocolo de atribuições da categoria; coleta de material para laboratório...É isso e muito mais.
Já na organização sindical: A ausência de prestação de contas das contribuições sindical; ausência de plano orçamentário anual; ausência de prestação de contas da gestão de 2010 a 2013 e da gestão 2014, 2015. Desatualização do cadastro de contribuição da categoria; ausência de Assembleia ordinária; desatualização do cadastro da diretoria eleita junto ao Ministério do Trabalho e Emprego; ausência nos espaços politico de interesse da categoria... É isso e muito mais.
Cansando com essa inercia a categoria decidiu fazer essa mobilização pra cobra todas essas pendencias... VEM PRA LUTA, VEM!!!

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terça-feira, 21 de abril de 2015

Teor de sódio na alimentação

Teor de sódio na alimentação

Marcia Maria Godoy Gowdak
Nutricionista Doutora em Ciências na Área de Cardiologia – FMUSP


1. O sal deve ser totalmente banido da dieta ou existe um nível recomendado para a saúde?
O sódio exerce alguma função essencial para o organismo? O sódio presente na corrente sanguínea é um dos elementos que mantém a quantidade ideal de água fora das células para não sobrecarregar os vasos. Desta forma, a manutenção da pressão arterial ideal também é uma função do sódio, desde que o seu consumo não seja excessivo. A esta função denominamos de equilíbrio hidroeletrolítico. O ideal é consumirmos 2 gramas de sódio e não menos do que 500mg diariamente. No entanto, é fácil excedermos esta quantidade. Ao consumirmos muito sódio, aumentamos o volume de sangue e, consequentemente, a força deste sangue sobre os vasos sanguíneos que o transportam. Com isso, aumentamos a pressão arterial que é um dos principais fatores de risco para as doenças do coração. Além da regulação da pressão arterial, o sódio é essencial para a contração muscular e transmissão de impulsos nervosos.
2. Existe uma recomendação específica de consumo diário de sódio e sal? Como podemos fazer esta distinção?

O cloreto de sódio (NaCl) é uma mistura com 60% de cloreto e 40% de sódio. Portanto, 1 grama de sal de cozinha contém 400mg de sódio. A quantidade diária de sal recomendada pela Organização Mundial Saúde e Sociedade Brasileira de Hipertensão deve ser de 5 gramas, o que representa 2 gramas de sódio. Os produtos industrializados devem especificar, por lei, a quantidade de sódio presente em uma porção daquele alimento. Esta informação está presente na tabela de informação nutricional do rótulo.
3. No Brasil, segundo dados da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) a maior proporção do sal adicionado é originada do uso culinário deste ingrediente. Quais estratégias podem funcionar para que a população adote como hábito utilizar menos sal no preparo das refeições?

A tática de redução lenta do uso do sal é mais efetiva do que a diminuição drástica e repentina. Além disso, o uso de outros temperos naturais como tomilho, manjericão, gengibre, grãos de mostrada, etc. também ressaltam o sabor da preparação e diminuem a necessidade do sal. A utilização de frutas secas e castanhas nas saladas ou pratos prontos também são recomendados na substituição do sal.
4. Do ponto de vista nutricional, há diferença entre os vários tipos de sal encontrados no mercado?
A diferença entre os inúmeros tipos de sal disponíveis no mercado está, basicamente, na textura e no tamanho do grão. Quanto à quantidade de sódio apresentada por eles, a variação é baixa e, portanto, todos são fontes de sódio e devem ser utilizados com cautela. É importante ressaltar que nenhum tipo de sal deve ser utilizado como estratégia de melhorar a qualidade da alimentação. Se aumentássemos o uso do sal com o objetivo de melhorar a qualidade da dieta, seria necessário um consumo próximo de 100 gramas deste ingrediente para atender a demanda ideal de nutrientes.

5. Quanto ao sal light, no qual parte do cloreto de sódio é substituída por cloreto de potássio, existe vantagem na sua utilização?

O sal light, realmente, tem uma proporção bem menor de sódio em sua composição. Ele geralmente apresenta metade da quantidade de sódio presente na versão tradicional. Portanto, é importante saber que o usuário não deve utilizar o dobro da quantidade do sal light em relação ao comum, pois estará excedendo o consumo de sódio da mesma forma. Se o indivíduo com hipertensão utilizá-lo com cautela pode ser uma boa estratégia de diminuição de sódio na dieta. O seu uso pode ser contra indicado para pacientes com insuficiência renal por causa da elevada quantidade de potássio que possui.
6. O indivíduo com hipertensão é orientado a ler os rótulos dos alimentos para saber se a quantidade de sódio daquele produto está adequada?
Todos os consumidores deveriam ler o rótulo dos alimentos. No entanto, a maioria não tem este hábito por vários fatores. Entre eles, o principal é a dificuldade em fazer a interpretação da informação nutricional. É preciso que o consumidor saiba vincular a quantidade de sódio e outros nutrientes com a porção do produto. Neste sentido, diminuir o consumo de sódio não é apenas verificar a quantidade deste nutriente na tabela nutricional especificada no rótulo. É preciso consumir a porção recomendada e avaliar se o uso de determinado produto rico em sódio pode representar um dos ingredientes de uma preparação que será consumida por vários membros da família. Além disso, é importante que o produto seja avaliado por inteiro, ou seja, não adianta ter o sódio reduzido e apresentar elevada quantidade de açúcar ou gordura saturada. Neste caso, o produto continua sendo inadequado para a saúde.
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

LEI DO PISO MÍNIMO SALARIAL DAS CATEGORIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO de 2015


Lei nº 6.6983 de 31 de Março de 2015 e Publicado em Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 04 de Abril de 2015.
SALÁRIO MÍNIMO É: R$ 2.432,72 PARA OS:
ASSISTENTES SOCIAIS, Enfermeiros, Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos, Fonoaudiólogos, Farmacêuticos, Nutricionistas, Biólogos, Sociólogos e outros de nível superior...
SALÁRIO MÍNIMO É: R$ 1.282,94 PARA OS: TÉCNICOS EM
ENFERMAGEM, Técnicos em Laboratório, Técnicos em Higiene Dental, Técnicos em Radiologia, Técnicos em Farmácia entre outros de nível médio-técnicos...
Para os AUXILIARES EM ENFERMAGEM VALOR: 1.090, 97
Para os: Técnicos de instrumentação cirúrgica, é: R$ 1. 772, 27.
Para Atendentes de Consultórios É: 1.058,89
Para Cuidadores de Idosos e Empregados Domésticos É: R$ 953,47 e Para Maqueiro e Auxiliar de Massagista É: 988,67
OBS: Nenhum Servidor Estadual do Rio de Janeiro, Aposentados e Pensionistas NÃO pode receber menos de R$ 953,47.
Aplica-se esta Lei para os Empregados de Empresas assim como em toda Administração Indireta e nas Organizações Sociais contratada pelo Pode Público. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. DOE em 01 de Abril de 2015.
OS VALORES TÊM EFEITO RETROATIVO A JANEIRO DE 2015.

sábado, 11 de abril de 2015

Ministério da Saúde e Cofen debatem enfrentamento à sífilis

Representantes do Ministério da Saúde participaram nesta quinta-feira (19/3) de reunião na sede do Cofen sobre o enfrentamento à sífilis. O encontro tratou da administração da penicilina benzatina por profissionais de Enfermagem para o tratamento da doença nos usuários atenção básica e do impacto do parecer do Cofen sobre o tema.
O medicamento é o mais usado no tratamento de sífilis, especialmente em gestantes. A sífilis congênita causou a morte de 1.506 bebês, de 2000 a 2013, segundo dados do Ministério da Saúde. “O risco de uma reação adversa é de 0,02%, e os casos de reações fatais registradas datam principalmente da década 1950”, afirmou a diretora-adjunta do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (DDAHV/MS), Adele Benzaken.
A portaria nº 3161 do Ministério da Saúde estabelece que o medicamento pode ser aplicado por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de médicos e farmacêuticos. A presidente do Cofen, Irene Ferreira, destacou a solidariedade da autarquia ao MS e a importância do envolvimento dos profissionais de Enfermagem no enfretamento da sífilis, respeitando a legalidade do exercício profissional.
Responsável pelo parecer Cofen n° 08/2014, elaborado em resposta a consulta sobre a aplicabilidade da portaria do MS, o conselheiro federal Sebastião Duarte, reafirmou o compromisso da profissão no combate à sífilis, tomando os preceitos das evidências científicas que asseguram tanto a segurança do paciente, como o exercício legal da Enfermagem, com supervisão de enfermeiros ao trabalho executado por técnicos e auxiliares.
A reunião foi concluída com o compromisso do Ministério da Saúde elaborar uma nota técnica referente a administração da Penicilina (Benzetacil®), com posterior encaminhamento ao COFEN, subsidiando a discussão de provável reforma do Parecer Cofen n° 08/2013.
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Fonte: Ascom - Cofen

Campanha de vacinação contra a gripe vai atrasar

A campanha nacional de vacinação contra gripe, que normalmente tem início no final de abril, neste ano só deve começar em maio. O atraso seria causado porque a vacina deste ano precisa incorporar proteção contra um quarto vírus circulante atualmente no Hemisfério Norte, a influenza A. Uma data provável para o lançamento da campanha seria o dia 4 de maio, uma semana depois da provável data original — entre 24 e 25 de abril.
A vacina usada até a campanha passada era trivalente, com proteção contra os vírus A/H1N1, A/H3N2 e influenza B. Essa nova vacina tetravalente já vinha sendo anunciada pelos laboratórios particulares de Curitiba, que também divulgaram que a chegada das doses viria com atraso neste ano, provavelmente pelo mesmo motivo. A determinação pela formulação da nova vacina foi feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera a composição tetravalente mais segura e eficaz.
Existem inúmeros tipos de vírus influenza A e B e, a cada ano, a OMS recomenda o tipo de vírus que deverá ser contemplado na vacina. A vacina trivalente protege contra a gripe A/H1N1, A/H3N3 e B. Já a tetravalente ganhou mais um tipo (cepa). “No último ano foi observada a circulação de uma cepa que não estava contemplada na vacina e, por isso, foi feito esse ajuste”, explica o infectologista do Laboratório Frischmann Aisengart, Jaime Rocha.
A vacinação apresenta até 90% de eficácia, tem efeitos protetores com duração de 8 a 12 meses, os quais não iniciam imediatamente após a vacinação, mas depois de 2 a 4 semanas.
Cuidados - No inverno, o ideal é que as pessoas também façam a sua parte e adotem hábitos saudáveis para evitar a gripe — lavar as mãos sempre que possível e evitar ambientes fechados que facilitam a transmissão de doenças respiratórias.
No caso das pessoas com suspeita de gripe, elas devem procurar atendimento médico o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas, como febre e dor de garganta.
Deixar os ambientes ventilados, apesar do frio, também ajuda para que o vírus se espalhe com maior facilidade.

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Fonte: Bem Paraná


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