segunda-feira, 31 de março de 2014

Congresso discute as tendências do setor de enfermagem


Agora, a cada dois anos, 3M organiza em 2014 o 3º Congresso Internacional de Prevenção de Lesões de Pele – InterPele, o único inteiramente dedicado a este assunto no Brasil. Com o tema “Prevenção é para todos”, o congresso, com foco educacional, apresenta uma atualização de conceitos e discussões de temas relevantes, assim como tendências do segmento de enfermagem. O objetivo é desmistificar a prevenção de lesões de pele como um procedimento caro e restrito, e disseminar as boas práticas para que a prevenção se torne uma prática diária e acessível em todas as instituições.

A segurança do paciente, a assistência com qualidade e a otimização de recursos são requisitos fundamentais e desejados por qualquer instituição de saúde. “A 3M possui e incentiva programas educacionais para o desenvolvimento de práticas assistenciais seguras com a finalidade de prevenir eventos adversos que comprometam a qualidade dos serviços e protejam os pacientes”, explica Marina Caldeira, gerente de produto da divisão de Soluções para Cuidados Crítico e Crônico da 3M.

Palestrantes de renome internacional – e líderes de opinião no mercado –, entre eles, Gastón Cartagena, Farmacêutico responsável pelo desenvolvimento de diretrizes para a prevenção; Denise Mix, enfermeira Estomaterapeuta e Mestre em Enfermagem; Mikel Gray, Mestre em Enfermagem Pediátrica e Doutor em fisiologia do trato urinário inferior, e Renata Virginia Consuegra, enfermeira especializada no cuidado e prevenção de úlceras de pressão; proporcionarão aos participantes informações relevantes, reunindo o que há de mais recente em evidências científicas e conceitos em Prevenção de Lesões de Pele com tecnologia e práticas disponíveis no mercado. Quatro temas, que formam os pilares da prevenção de lesões de pele, serão abordados: Prevenção das úlceras por pressão, Prevenção das lesões por umidade, Prevenção das lesões por fricção (Skin Tears) e Prevenção de lesões provocadas por adesivos médicos.

Concurso científico

Com o objetivo de incentivar e reconhecer as boas práticas em inovação de prevenção de lesões de pele, a 3M também promove durante o InterPele 2014 o concurso científico Talentos da América Latina. Com o tema “Inovação em Prevenção de Lesões de Pele”, a ação é direcionada para todos os profissionais da saúde que tenham assistência direta com o paciente e tem o objetivo de motivar estes profissionais a incorporar a prevenção de lesões de pele em sua prática diária. Os três melhores projetos serão reconhecidos com premiação no jantar de encerramento, dia 16, e o trabalho vencedor receberá um troféu e será divulgado no site do Congresso e na página da 3M durante todo o ano de 2014.

Lançamento de produtos

Dois lançamentos também serão apresentados durante o Interpele 2014, o 3M Cavilon™ Limpador de Pele sem Enxágue e a Bandagem Elástica Sem Látex 3M™ Coban™ LF de Corte Manual. O 3M Cavilon™ Limpador de Pele sem Enxague, pertencente a já reconhecida linha 3M Cavilon™, é recomendado para a prevenção de Dermatite Associada à Incontinência (DAI). Esta solução remove urina, fezes e outras sujeiras de maneira eficiente e suave, sem comprometer a integridade da pele do paciente. Por ser pronto para usar e sem enxágue, reduz o tempo gasto pela enfermagem na higienização e o risco de contaminação cruzada, dispensando o uso de bacias. Já a Bandagem Elástica Sem Látex 3M™ Coban™ LF de Corte Manual é essencial para fixação de curativos e dispositivos, compressão, imobilização e outros usos que requerem uma fixação confiável e macia. Publicação: 30 de Março de 2014 às 00:00



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Fonte:  tribunadonorte.com.br

sábado, 29 de março de 2014

Campanha contra exploração sexual durante a Copa é lançada em Brasília

 
A campanha “Não desvie o olhar”, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, foi lançada em Brasília para inibir os crimes e incentivar as denúncias durante os grandes eventos esportivos. A ação será nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil, em locais de grande concentração de pessoas.

Com o slogan “Exploração sexual de crianças e adolescentes é crime. Denuncie. Disque 100”, a campanha é apresentada pelos jogadores de futebol brasileiros Kaká e Juninho Pernambucano. A ideia é incentivar as pessoas a denunciar os crimes por meio do Disque 100 e outros locais de atendimento.

Para o coordenador-geral do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes, Marcelo Nascimento, o país está se preparando para evitar o crime. “É um diálogo com a sociedade, não só para Copa do Mundo, mas em outros grandes eventos. Que fique o legado de que no Brasil não aceitamos violação aos direitos humanos de crianças e adolescentes”, disse Nascimento, explicando que o Disque 100 contará com equipes extras durante o Campeonato Mundial de Futebol.

Durante a Copa do Mundo de 2010, houve aumento de 30% nos casos de exploração sexual de crianças e adolescentes na África do Sul, o que motivou a iniciativa brasileira. A campanha, em português, inglês e espanhol, será veiculada também em 19 países da Europa e África.

Para a procuradora-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Eunice Carvalhido, a campanha levanta um assunto urgente. “A articulação do Poder Público abre caminhos contra a prática, que em muitos casos acontece com a conivência das famílias, e ao ato segue-se a ameaça e o medo, então, é preciso habilidade dos agentes de saúde e da assistência social para dar um bom encaminhamento às vítimas”, disse Carvalhido.

A iniciativa é da Secretaria da Criança do Distrito Federal, do Comitê de Proteção para os Grandes Eventos do Distrito Federal, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria e da Frente Nacional de Prefeitos. 


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Fonte:  Agência Brasil

sexta-feira, 28 de março de 2014

Pesquisa: Dados sobre estupros no Brasil revela doença coletiva, diz pesquisador

Mais da metade dos entrevistados concordaram com a frase "Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros"

Por cerca de dois anos, a estudante D.A, 16 anos, sofreu em silêncio com a violência sexual dentro da própria casa, em Ceilândia Norte. Aos 14 anos, a menina sentia medo de denunciar o homem a quem ela chamava de avô. “Ele ameaçava dizendo que ia matar minha mãe, meu pai”, lembra. O marido da avó paterna abusou da joven até setembro do ano passado, quando foi preso. D.A. é apenas uma entre milhares de meninas brasileiras que sofrem com uma rotina de estupros. Cerca de 70% das vítimas desse tipo de agressão são crianças e adolescentes, aponta pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O instituto também mediu a tolerância social dos brasileiros aos casos de violência contra a mulher. A pesquisa chegou a resultados alarmantes. Mais da metade dos entrevistados concordaram com a frase “Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros” e, mais grave, acreditam que aquelas que usam roupas sensuais “merecem ser atacadas”.

As vítimas de estupro são, na maioria, mulheres com menos de 17 anos. O pesquisador Daniel Cerqueira explica que só foram computados os casos em que as vítimas procuraram o serviço público de saúde. Cerqueira destaca que 11,3% dos abusos sexuais envolvendo crianças foram cometidos pelos próprios pais, justamente quem deveria protegê-las. “É um quadro que revela uma grave doença coletiva, de uma sociedade em estágio pré-civilizatório”, diz. Daniela Garcia - Estado de Minas

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Fonte: Diario de Pernambuco

quarta-feira, 26 de março de 2014

30 horas da Enfermagem: enfermagem de município passará de 40 para 30 horas.


  Prefeito Mauro Nazif é responsável pelo encaminhamento do projeto de lei que reduz a carga horária de trabalho dos profissionais técnicos e auxiliares de enfermagem do município de Porto 
Velho de 40 para 30 horas.

Prefeito pai de uns e padrasto de outros, diz vereador Sid Orleans

“Talvez eu seja considerado suspeito para falar do caso por ser um enfermeiro mas

O vereador Sid Orleans na tarde de ontem, na tribuna da Câmara de Vereadores iniciou a sua fala agradecendo ao prefeito Mauro Nazif por encaminhar o projeto de lei que reduz a carga horária de trabalho dos profissionais técnicos e auxiliares de enfermagem do município de Porto Velho de 40 para 30 horas.

“Talvez eu seja considerado suspeito para falar do caso por ser um enfermeiro mas quem cuida do paciente, pega no pesado, na maioria dos casos, são verdadeiramente os técnicos de nível médio da enfermagem, isto com o meu respeito a todos os outros profissionais de saúde de nível superior e médio, explica Sid”.

Segundo Orleans, o que ficou estranho no projeto é que esta carga horária diminuída não abrange todos os profissionais de nível médio. Estão excluídos todos os técnicos e auxiliares de enfermagem que fazem parte da Estratégia Saúde da Família. “Eu sei que o Programa de Saúde da Família exige 40 horas de trabalho de todos os profissionais envolvidos mas qual é o problema de pagar  10 horas extras já que o salário dos técnicos e auxiliares de enfermagem é uma miséria; isto não ia impactar tanto o gasto com pessoal porque o valor é irrisório, desabafa o vereador.

O Parlamentar, em fevereiro do ano passado, encaminhou um anteprojeto ao Prefeito solicitando a redução da carga horária dos técnicos e auxiliares de enfermagem para trinta horas e distribuiu cópias na galeria da Câmara para todos os profissionais presentes na sessão de ontem. “Pedi o apoio de todos os vereadores para votar o projeto mas queremos a correção porque direitos precisam ser para todos. Ser pai de uns e padrasto de outros, dentro de uma mesma classe, isto a gente não vai aceitar, finaliza o parlamentar. 

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Fonte:  www.rondoniadinamica.com 


terça-feira, 25 de março de 2014

Enfermagem ganha reforço do PCdoB pela jornada de 30 horas

 PCdoB na luta pela aprovação na Câmara dos Deputados na jornada das 30 horas semanais.

A categoria nacional da Enfermagem contou mais uma vez com o apoio do PCdoB na luta pela aprovação na Câmara dos Deputados na jornada das 30 horas semanais. A deputada Jandira Feghali (RJ), líder da bancada na Câmara, assinou requerimento pedindo votação do Projeto de Lei que regulamenta a redução da carga horária para enfermeiros, técnicos e demais profissionais de saúde beneficiados.

O documento foi entregue ao presidente da Casa, deputado Henrique Alves (PMDB-RN) e aguarda parecer para que o texto seja apreciado em plenário. Nos últimos anos, Jandira também participou de articulações pela votação da matéria na Câmara, mas por falta de quórum de outros deputados, o projeto não foi votado.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) anunciou a criação de uma “força-tarefa”, que está percorrendo os gabinetes de deputados pressionando pela análise da proposta, o que inclui encontro com o presidente da Câmara. E, nesta terça-feira (25), o grupo vai se reunir com o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Pronto para ser votado pelo Plenário desde 2009, o projeto estabelece a carga horária de 30 horas semanais para a categoria. A proposta chegou a constar na pauta de votações em junho passado, mas foi retirado a pedido do PT.

Pelos cálculos do setor e de técnicos do governo, o impacto da redução da jornada de trabalho seria de R$ 27 bilhões por ano, entre horas extras e contratação de mais de 400 mil novos profissionais. Atualmente, há 1,5 milhão de enfermeiros em atividade no Brasil.

A negociação ocorre há dois anos entre o governo, o setor privado e a categoria. Atualmente, a maior resistência é do setor privado, que acolhe 40% dos enfermeiros. O setor exige a desoneração da folha de pagamento, que o governo não aceita.

Para o movimento dos profissionais de enfermagem, os hospitais privados têm como repassar o custo adicional para os convênios e particulares e, por isso, não teria por que impedir o acordo.

Da Redação em Brasília -  Com agências -

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Fonte:  www.vermelho.org.br

segunda-feira, 24 de março de 2014

Prefeitura do Recife autoriza concurso para saúde

Um novo concurso público para a área de saúde foi autorizado pela Prefeitura do Recife de acordo com decreto Nº 27.825 publicado no Diário Oficial do município do último sábado (22). Segundo a publicação, a Secretaria de Saúde está autorizada de imediato a promover o certame para provimento de cargos efetivos para 13 enfermeiros e 125 técnicos em enfermagem. Por hora, entretanto, esses cargos serão preenchidos por temporários.

De acordo com o órgão, devido à inexistência de profissionais aprovados em concurso para esses postos, há necessidade de haver contratação de selecionados. Esses vão ter uma carga horária de 30 horas e o contrato será válido por quatro meses, podendo ser prorrogados.  Por Marília Neves, em 24.03.2014 às 10:24

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Fonte: Marília Neves, Folha PE 


domingo, 23 de março de 2014

Conselheiros de Saúde serão escolhidos na próxima segunda-feira

Escolha dos Conselhos de Saúde

A eleição de recomposição do segmento de trabalhadores em saúde para escolha de novos conselheiros do Pleno do Conselho Estadual de Saúde (CES) será realizada na próxima segunda, 24, às 9 horas, no auditório da sede da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), em Rio Branco.

Concorrem às três vagas, representantes de três conselhos estaduais – de Enfermagem (Coren), Odontologia (CRO), Educação Física (CREF) – e dois sindicatos – dos Farmacêuticos (Sindaf) e dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Enfermeiros (Spate).

O objetivo é incluir a participação da sociedade civil organizada no controle social e na elaboração de políticas de saúde pública, uma vez que o CES é composto por representantes dos quatro segmentos: governo, conveniados ou sem fins lucrativos, profissionais de saúde e usuários e prestadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os conselheiros têm como função formular, fiscalizar e deliberar sobre as ações de políticas de saúde pública, tomar decisões que visem o aprimoramento e aperfeiçoamento do Sistema de Saúde, estabelecer diretrizes e fixar normas para a elaboração, implantação e execução do Plano Estadual de Saúde, como também aplicar e gerenciar os recursos alocados ao Fundo Estadual de Saúde.

De acordo com a primeira conselheira da Mesa Diretora do CES, Maria José Lima, a eleição dos conselhos estaduais de saúde é uma maneira de dar oportunidade para a sociedade participar das ações de saúde, representando os mais diversos segmentos, podendo interferir na gestão por meio de propostas que possam melhorar a qualidade de vida. Por Assessoria Saúde


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Fonte:  www.agencia.ac.gov.br

sábado, 22 de março de 2014

Larvas nas mamas pode ocorrer por falta de higiene pessoal

O uso de peças íntimas contaminadas pode ocasionar esse mal. Veja um vídeo relacionado ao tema aqui!

ATENÇÃO: Muito cuidado com o uso de roupas íntimas novas!

As roupas íntimas recém compradas devem ser lavadas antes do uso! Os profissionais de ginecologia explicam, "A peça pode ter sido experimentada por várias pessoas e, assim, transmitir doenças e até mesmo o vírus do HPV, que pode levar ao câncer de colo do útero."

Emprestar peças íntimas de amigas ou familiares também não deve ser feito, a modo de evitar contaminações.

Isso não aconteceu com uma senhora, de quem se omitiu o nome para preservar a sua intimidade. Ela viu um dos seus seios quase desaparecer, por não ter lavado o seu sutiã novo antes de usar.

A principio foi apenas um pequeno incômodo na ponta dos seios e logo viu o mesmo se transformar em algo mais sério, até que foi obrigada a procurar um médico, que constatou que era uma larva que estava se desenvolvendo no seu seio, devido a uma bactéria que estava em sua roupa intima. A mesma larva estava a se alimentar de seu sangue e se reproduzindo no seio, como é revelado na imagem desta postagem. Veja mais notícias em http://bit.ly/MobilizacaoEnfermagem

Esta foto é ilustrativa, contudo, o problema realmente existe! Veja o vídeo aqui!

#COMPARTILHA esta dica é útil! Envie para perfil de seus amigos do facebook!  

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sexta-feira, 21 de março de 2014

Caixa-Preta da Saúde divulga primeiro balanço de reclamações online

Caixa-Preta da Saúde pontuou o total de 567 denúncias da população brasileira contra o 
funcionamento do sistema de saúde entre os dias 12 e 17 de março de 2014.
Rosa Falcão

O Caixa-Preta da Saúde pontuou o total de 567 denúncias da população brasileira contra o funcionamento do sistema de saúde entre os dias 12 e 17 de março. O serviço online disponibilizado pela Associação Médica Brasileira (AMB) é um canal aberto na internet e nas redes sociais para as pessoas registrarem as reclamações referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS) e aos planos de saúde.

A demora no atendimento lidera, com 55% das queixas dos usuários de saúde. Em seguida está a falta de remédios com 34% e de material médico-hospitalar, com 28%. São Paulo vem em primeiro lugar, com 144 registros no mapa do Brasil. Pernambuco e o Distrito Federal empatam com 17 reclamações cada.

Qualquer usuário da internet poderá acessar o conteúdo das denúncias por estado e por município. No mapa do Brasil, Pernambuco aparece com 17 cruzes pretas, sinalizando a localização do denunciante. Os recifenses registraram sete denúncias contra os serviços de saúde prestados na cidade.

As queixas incluem o atendimento nos postos de saúde, nas UPAs, nos hospitais públicos, nos hospitais filantrópicos, e sistemas de saúde próprios, como o dos policiais militares. Os moradores de Cupira, Petrolina, Limoeiro, Bezerros, Igarassu e Gravatá também marcaram o mapa com as cruzes pretas para denunciar a precariedade da assistência à saúde.

Florentino Cabral, presidente da AMB, diz que a primeira semana do Caixa-Preta da Saúde foi além das expectativas. “A gente sabe que as pessoas têm medo de fazer as denúncias, mas os registros com fotos e vídeos mostram que o caos na saúde é grande”, pontua.

Ele acrescenta que a entidade já esperava o número maior de reclamações dos usuários do SUS do que dos planos de saúde. “O sistema público é mais abrangente porque envolve 147 milhões de usuários.” Atualmente, 47 milhões de brasileiros possuem plano de saúde.

Segundo ele, a AMB vai fazer um levantamento mensal das denúncias do Caixa-Preta da Saúde e encaminhar os casos que mais se avolumam nas estatísticas às Promotorias de Saúde do Ministério Público dos estados, para que sejam tomadas as providências. 

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Fonte: Rosa Falcão - Diario de Pernambuco

quinta-feira, 20 de março de 2014

HIV e Rede Globo: ONG pernambucana quer retratação da Globo por comentário preconceituoso no BBB


ONG pernambucana quer retratação da Globo por comentário preconceituoso no BBB

A ONG pernambucana Gestos, que cuida dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV, quer retratação da Rede Globo a respeito de comentário feito por uma participante do BBB 14. A advogada Ângela, 26 anos, afirmou, em relação às pessoas que têm HIV: "vamos matar todo mundo". A ONG publicou nota de repúdio onde cita que o Ministério da Saúde e o Ministério Público Federal devem determinar a retratação da emissora em rede nacional. A Organização também promete tomar medidas judiciais cabíveis.

O comentário foi realizado na última sexta-feira (14) e causou revolta entre internautas e telespectadores do programa. A Rede Globo retirou do YouTube vídeos que postavam o comentário da participante. Ângela se posicionou em diálogo com o participante Cássio, sobre os gastos do governo com remédios para a doença. A Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) e a Agência Nacional de Aids também divulgaram nota de repúdio contra o comentário da integrante.

Uma das coordenadoras da Gestos, Jô Menezes, afirmou que o mais grave é que o comentário foi exibido na parte editada do programa. "O que a gente acha mais grave é que a Globo editou e deixou essa barbaridade no ar. Além disso, vários assuntos são ressaltados pelo Pedro Bial, mas, nesse caso, nenhuma observação foi feita pelo apresentador." A reportagem do Diario entrou em contato com a assessoria de imprensa do BBB 14 e aguarda resposta.


Matéria foi publicada no Jornal Diário de Pernambuco

Veja nota na íntegra:

A Gestos, organização não governamental que desde 1993 atua na defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV vem, através desta nota, somar- se às diversas ONGs, fóruns, redes e articulações brasileiras para manifestar nosso repúdio ao fato ocorrido no programa da Rede Globo de Televisão “Big Brother Brasil”, da última sexta-feira, 14 de março, transmitido em rede nacional, no qual a participante (Ângela), conversando sobre a situação do HIV, sugeriu que, como forma de erradicação da doença, fossem exterminadas todas as pessoas que vivem com HIV. Ela utilizou a frase "...vamos matar todos...".

Esse tipo de afirmação incentiva a criminalização das pessoas que vivem com HIV e fere veementemente o artigo 3º, inciso IV da nossa Constituição Federal, que veda todo e qualquer tipo de discriminação, artigo 5º caput e inciso XLVII que veda a pena de morte, a Declaração Universal de Direitos Humanos, a Declaração das Pessoas que Vivem com HIV, Código Civil, Código Penal, enfim, a nossa legislação brasileira e tratados e declarações internacionais como a UNGASS (Declaração de Compromisso sobre o HIV/AIDS) ratificadas pelo nosso país.

Comentários como este apenas provam que, mesmo após mais de três décadas de epidemia, as violações exercidas contra as pessoas vivendo com HIV e os estigmas continuam proliferando nas suas diversas representações sociais o que, em hipótese alguma, o movimento AIDS e o Estado brasileiro podem permitir. É preciso combater a intolerância e a desinform ação que apenas servem paraestimular o preconceito e a discriminação e incentiva a criminalização das pessoas que vivem com HIV.

Assim, além da presente nota ser de repúdio também tem objetivo de requerer ao governo brasileiro através do seu Ministro daSaúde Dr. Arthur Chioro e ao Ministério Público Federal que determinem à Rede Globo que se retrate em rede nacional, além de tomarem as medidas judiciais cabíveis.

ONG pernambucana quer retratação da Globo por comentário preconceituoso no BBB A ONG pernambucana Gestos, que cuida dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV, quer retratação da Rede Globo a respeito de comentário feito por uma participante do BBB 14. A advogada Ângela, 26 anos, afirmou, em relação às pessoas que têm HIV: "vamos matar todo mundo". A ONG publicou nota de repúdio onde cita que o Ministério da Saúde e o Ministério Público Federal devem determinar a retratação da emissora em rede nacional. A Organização também promete tomar medidas judiciais cabíveis. O comentário foi realizado na última sexta-feira (14) e causou revolta entre internautas e telespectadores do programa. A Rede Globo retirou do YouTube vídeos que postavam o comentário da participante. Ângela se posicionou em diálogo com o participante Cássio, sobre os gastos do governo com remédios para a doença.

A Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) e a Agência Nacional de Aids também divulgaram nota de repúdio contra o comentário da integrante. Uma das coordenadoras da Gestos, Jô Menezes, afirmou que o mais grave é que o comentário foi exibido na parte editada do programa. "O que a gente acha mais grave é que a Globo editou e deixou essa barbaridade no ar. Além disso, vários assuntos são ressaltados pelo Pedro Bial, mas, nesse caso, nenhuma observação foi feita pelo apresentador."

A reportagem do Diario entrou em contato com a assessoria de imprensa do BBB 14 e aguarda resposta. Veja nota na íntegra: A Gestos, organização não governamental que desde 1993 atua na defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV vem, através desta nota, somar- se às diversas ONGs, fóruns, redes e articulações brasileiras para manifestar nosso repúdio ao fato ocorrido no programa da Rede Globo de Televisão “Big Brother Brasil”, da última sexta-feira, 14 de março, transmitido em rede nacional, no qual a participante (Ângela), conversando sobre a situação do HIV, sugeriu que, como forma de erradicação da doença, fossem exterminadas todas as pessoas que vivem com HIV. Ela utilizou a frase "...vamos matar todos...". Esse tipo de afirmação incentiva a criminalização das pessoas que vivem com HIV e fere veementemente o artigo 3º, inciso IV da nossa Constituição Federal, que veda todo e qualquer tipo de discriminação, artigo 5º caput e inciso XLVII que veda a pena de morte, a Declaração Universal de Direitos Humanos, a Declaração das Pessoas que Vivem com HIV, Código Civil, Código Penal, enfim, a nossa legislação brasileira e tratados e declarações internacionais como a UNGASS (Declaração de Compromisso sobre o HIV/AIDS) ratificadas pelo nosso país. Comentários como este apenas provam que, mesmo após mais de três décadas de epidemia, as violações exercidas contra as pessoas vivendo com HIV e os estigmas continuam proliferando nas suas diversas representações sociais o que, em hipótese alguma, o movimento AIDS e o Estado brasileiro podem permitir. É preciso combater a intolerância e a desinform ação que apenas servem paraestimular o preconceito e a discriminação e incentiva a criminalização das pessoas que vivem com HIV. Assim, além da presente nota ser de repúdio também tem objetivo de requerer ao governo brasileiro através do seu Ministro daSaúde Dr. Arthur Chioro e ao Ministério Público Federal que determinem à Rede Globo que se retrate em rede nacional, além de tomarem as medidas judiciais cabíveis.

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Fonte:  Diario de Pernambuco

quarta-feira, 19 de março de 2014

Mais um município implanta a jornada de 30 horas para a Enfermagem


                                  Davi Ramos conquista redução da jornada para Enfermagem

Davi Ramos conduziu uma negociação histórica

O secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de Americana, Davi Ramos, que é membro do Comitê Central do PCdoB, conduziu uma negociação histórica com os demais secretários e o sindicato dos servidores, que culminou na redução da jornada da categoria de enfermagem para 30 horas semanais. A medida foi anunciada pelo prefeito Diego De Nadai no dia 12 de março.

Com isso, a cidade de Americana sai na frente e já implanta a jornada de 30 horas para a Enfermagem. As 30 horas são uma bandeira do Fórum Nacional de Enfermagem, que tem convocado mobilizações em todo o país, cobrando a aprovação do Projeto de Lei 2295/00, que regulamenta a jornada. Este projeto tramita há 13 anos na Câmara Federal. A Enfermagem constitui a maior força de trabalho na saúde. Totaliza cerca de 2 milhões de profissionais responsáveis pela assistência a saúde da população, estando 365 dias do ano, durante 24h ao lado do paciente.

“Eu sempre digo todos os anos que eu tenho duas datas de aniversário, uma foi quando eu nasci pelas mãos de um médico, e lá com certeza estava uma enfermeira ou um enfermeiro. A segunda foi quando eu tive que fazer uma cirurgia do coração. E naquele momento, além da Mão Divina, tinha outra Mão Divina, que são as mãos dos médicos e das enfermeiras. Então eu sei bem o que representa a redução da jornada”, ressalta Davi Ramos. “Não estamos trabalhando com produção. Quando um enfermeiro está ali, ele está mexendo com vidas, com pessoas, com seres humanos. E essa é a grande diferença. A redução de jornada é a humanização de uma das profissões que mais tem se dedicado às pessoas. Para o trabalhador, para o servidor público, tem que ter a questão salarial mas também a redução da jornada, para ter mais qualidade de vida, ter lazer, ter condições de conviver melhor com a família, enfim, ter condições de atender humanamente os pacientes que passam pelas suas mãos”, completa.
Para Davi Ramos, a iniciativa do município de Americana em reduzir imediatamente a jornada da Enfermagem é uma vitória dos trabalhadores do Brasil. Para ele, a partir do exemplo de Americana muitas cidades vão iniciar o mesmo trabalho para reduzir a jornada de trabalho da enfermagem.


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Fonte: www.vermelho.org.br

terça-feira, 18 de março de 2014

Médico de família ganha reforço em Sto. André

 
A médica Isabella Arruda, caminha por rua ao lado da cubana Pilar Palomo Pozo

BOM DIA acompanha primeiro dia da médica Isabella e da enfermeira Maiara na comunidade dos Ciganos

O Programa Saúde da Família, atualmente denominado ESF (Estratégia de Saúde da Família), de Santo André, recebeu reforço com a chegada de mais 10 profissionais, seis médicos e quatro enfermeiras, inscritos na terceira edição do Provab (Programa de Valorização de Atenção Básica) oferecido pelo governo federal. Os novos contratados, todos com registros nos órgãos federativos, integram as equipes de Saúde da Família – hoje são 39 espalhadas por 18 unidades que oferecem o programa à 45.488 famílias, segundo dados de janeiro deste ano do Sistema de Informação da Atenção Básica.

O BOM DIA acompanhou a médica Isabella Arruda, que é de Fortaleza, Ceara, e a enfermeira Maiara Ferreira de Azevedo, de São Paulo, que foram conhecer as famílias que irão atender na favela dos Ciganos, na Vila Metalúrgica. Cerca de 4 mil pessoas são atendidas atualmente, só nessa comunidade. A equipe do ESF, que atua no local, acompanhou as novas funcionárias na apresentação aos pacientes em suas residências.

A médica cubana Pilar Palomo Pozo, que chegou em outubro pelo programa Mais Médicos, apresentou a nova integrante da equipe ao paciente Almir Gonçalves Ruiz, 62 anos, que tem de insuficiência respiratória, e recebe atendimento em casa pelo programa há 4 meses. No primeiro momento o paciente ficou desapontado com a notícia, pois já estava habituado com Pilar. “Vou sentir saudades da dedicação e carinho da Pilar. A gente toma afeição pela pessoa”, declara o paciente que tem criticas aos médicos brasileiros. “Espero que a doutora Isabella seja como os médicos cubanos, que olham e te examinam de verdade, pois quando estive internado os doutores nem me tocavam e muito menos conversam sobre a minha situação”.

Com a chegada da médica Isabella e a enfermeira Maiara, a equipe, que atua naquela região, que abrange um total de 8 mil pessoas atendidas, vai se dividir em duas.

Cada equipe é formada por uma médica, uma enfermeira, dois auxiliares de enfermagem e quatro agentes comunitários. Anteriormente a cubana do Mais Médicos, que chegou junto com a implantação do programa nos dois núcleos e a equipe realizavam todos os atendimentos.

Agentes comunitários  é que fazem a diferença

Os agentes comunitários de saúde são a principal estrutura do PSF. Moradores ou conhecedores da região, eles trabalham diariamente visitando seus pacientes e levando informações a Unidade Básica de Saúde, nesse caso a de Utinga.

São eles que realizam o mapeamento da saúde do local e sabem onde há casas com pacientes idosos, acamados, crianças com menos de dois anos, com dois ou mais, diabéticos, hipertensos, entre outros. A partir daí começam as visitas dos médicos e enfermeiros. Uma vez por semana os médicos fazem visita domiciliar, priorizando os casos mais graves.

Karina Santos Santana, 35 anos, técnica em enfermagem, atua no programa há três anos e se sente muito gratificada com o seu trabalho. “Hoje tenho outro olhar, um olhar além da doença, às vezes o paciente nem esta tão doente, principalmente os mais idosos, e o que querem é uma conversa, um pouco mais de atenção e essa atenção ajuda na cura das pessoas. O ESF tem essa linha de atendimento, mais humanizada”, relata Karina.

Por ser um programa de  educação e prevenção da saúde, o atendimento domiciliar vai além de uma visita médica. A equipe envolvida conhece como vivem, onde vivem e toda a história clínica da família, facilitando assim o atendimento.

Entrevista
Fabiana Gonçalves Ruiz, costureira, 24 anos

A chegada da equipe do ESF ajudou muito

A filha do paciente Almir, Fabiana Gonçalves Ruiz, costureira, 24 anos, afirma que a chegada da equipe do ESF ajudou a cuidar melhor do pai.

BOM DIA  O que mudou com esse programa?
FABIANA RUIZ  Recebo orientações da equipe, a enfermeira me explica como dar os remédios, as agentes passam aqui para ver meu pai todos os dias, a médica conversa e me orienta como proceder, ou seja, estou mais segura e sei que posso contar com a equipe em caso de urgência. Os familiares dos pacientes atendidos têm os números de telefone da equipe e podem, em caso de emergência, acionar qualquer integrante, o que é um suporte e tanto.

Médicos e mais médicos
Para a médica Pilar, que é especializada em saúde da família e trabalhou em Cuba, Venezuela e Paquistão, o ESF no Brasil é bem planejado, o que falta são médicos. “O programa tem um desenho ótimo e como é uma ação planejada damos conta, mas sem dúvida que o programa precisa de mais médicos”.

A novata
A nova médica Isabella, que atuou no programa no Ceara, diz que o ESF no Brasil funcionaria melhor se as condições ambientais e socioculturais fossem melhores. “A prevenção não se faz só com médicos, é necessário uma estrutura externa de saneamento básico, por exemplo. Cuido do paciente em sua casa, mas ao sair há um córrego a céu aberto, ou seja, o programa tem que ser parte de um conjunto de ações”, diz Isabella.

Capacitação
Todos os funcionários que trabalham no ESF passam por cursos de capacitação, na Escola de Saúde de Santo André. Os agentes de saúde realizam curso de uma semana onde são abordados a estratégia do programa, a humanização na saúde, como abordar a família, entre outros. Os médicos e enfermeiros têm que realizar curso de um ano para se especializar na saúde da família. O curso é a distância e os profissionais tem que apresentar trabalhos semanalmente e um no final do curso.

8.000 reais é o valor da bolsa dada aos médicos.

Apoio
Pelo Provab, o Ministério da Saúde contrata um médico por, pelo menos, um ano,  por 32 horas semanais de atividades práticas nas UBSs e de 8 horas de ações acadêmicas semipresenciais.

Opinião

Edu Cerioni, Editor-chefe da Rede BOM DIA

Eles merecem mais  atenção
O paciente Almir Gonçalves Ruiz, 62 anos, foi direto ao assunto com a nova médica do programa: “Espero que a doutora seja como os médicos cubanos, que olham e  examinam de verdade, pois quando estive internado os doutores nem me tocavam e muito menos conversam sobre a minha situação”. O brasileiro quer e merece mais saúde. Com total atenção.  


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Fonte:  www.redebomdia.com.br


Setor de enfermagem tem dificuldades de contratar em Jundiaí

 
Mercado está sem profissionais qualificados na área de enfermagem (Foto: Reprodução/ TV TEM). Veja o vídeo aqui!Empresas não encontram profissionais qualificados.
Setor deve continuar contratando profissionais.

As empresas e prestadores de serviços da região de Jundiaí (SP) estão com dificuldades de encontrar profissionais qualificados na área de enfermagem. Para diminuir a falta de mão de obra, muitos enfermeiros trabalham em dois empregos.

Há três meses Daniele Oliveira trabalha como auxiliar de enfermagem, em um hospital em Jundiaí. Este é o segundo emprego dela, que também trabalha há 3 anos em outro hospital e na mesma função. "Para ajudar na renda, para estudar mais, fazer uma faculdade", diz Daniele.

Só no hospital que contratou Daniele há 3 meses, devem ser abertas 80 vagas, para auxiliares, técnicos e enfermeiros com nível superior. Érika Matarezzi, que coordena o setor, explica que ainda não sabe quando eles vão ser contratados, mas para não perder tempo desde já realiza os processos seletivos. "A gente está se adiantando pra contratar os melhores profissionais", conta.

 Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revelou que, entre os anos de 2009 e 2012, a cada 100 novos empregos criados no país, praticamente nove foram para enfermeiros, o segundo maior índice. Atrás apenas dos profissionais que atuam no ramo da tecnologia da informação.

O coordenador do curso de enfermagem de  Faculdade em Jundiaí, Cristiano Pinto, conta que esse aumento na procura tem a ver com a expansão e construção de novos hospitais na cidade e também por causa do envelhecimento da população.

Uma das principais dificuldades das empresas de saúde tem sido encontrar profissionais qualificados. Por isso, muitas vezes, elas deixam de lado a necessidade de experiência e procuram enfermeiros recém formados ou que ainda estão estudando. "A demanda está grande, e tenho percebido isso nos últimos dois ou três anos" relata o coordenador.

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Fonte: G1 Sorocaba e Jundiaí

segunda-feira, 17 de março de 2014

Mobilização popular reforça luta pela saúde pública


Trabalhos comunitários apresentado na 4ª Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica e Saúde da Família, que aconteceu em Brasília até o domingo (16/03), mostram como populações de bairros carentes de diversas regiões do país se unem para discutir de modo transversal problemas sociais e de infraestrutura urbana que afetam suas vidas.

Maria Aparecida Oliveira é agente de saúde em regiões carentes de Maceió (AL) e participa do coletivo Protagoniza. Ela explica que as demandas sociais das comunidades carentes não se restringem a saúde, por isso, para conseguir mobilizar grande número de pessoas os temas abordados precisam ir além da questão de médicos e remédios. “Nós temos que mostrar para as pessoas que o SUS não é um problema, mas sim a solução. Por isso, temos que trabalhar para fortalecê-lo. A doença vem da falta de saneamento, falta de educação, cultura, emprego de péssima qualidade ou moradia inadequada”, justifica Maria.

Em Jundiaí, cidade do interior de são Paulo, a população é de 374 mil pessoas e o programa saúde da família atinge apenas 8% dos moradores. Cansados de esperar pelo poder público, os moradores do bairro Vila Ana criaram, em 2009, a Rede Vila Ana, que usam a unidade básica de saúde do bairro para realizar reuniões mensais em que são discutidas soluções para os problemas enfrentados e, depois, encaminham para a administração municipal.

Déficit de vagas em creche, desemprego, falta de moradia e acesso a serviços e ações de saúde são alguns dos temas recorrentes nas discussões dos moradores. “Tivemos que vencer as mobilizações e trabalhos isolados para construir uma rede social de desenvolvimento local, que estimulou a participação política dos moradores que compreenderam que a unidade de saúde é um lugar adequado para discutir bem estar e não apenas para cuidar de doença”, conta Ana Claudia dos Santos, diretora da UBS da Vila Ana, que apresentou a experiência exitosa na 4º Mostra.

As primeiras reuniões se deram em torno da construção e distribuição de moradias para atender parte da população local. As reuniões cresceram à medida que outras demandas foram acrescentadas e apresentadas nas reuniões na UBS, que foi transformada em um amplo centro de debates e estimulou a participação política e reivindicação de cidadania pelos cidadãos.

Os moradores da Rede estabeleceram uma agenda propositiva, que recomenda até 2021, caminhos para a solução de diversos problemas que atingem o local. A mobilização levou a prefeitura e a secretaria de saúde a atentarem para a organização dos moradores e, em janeiro, uma reunião com o secretário de saúde e a administração municipal foi realizada.

A experiência de controle social sobre questões relevantes para a comunidade começou em 2004, quando foi criado o Conselho Gestor da unidade de saúde do bairro, que discutia apenas os problemas locais da área da saúde e que é isento do Conselho Municipal da Saúde de Jundiaí.

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Fonte:  Rede Brasil Atual 


sábado, 15 de março de 2014

Manifestação de enfermeiros ocupa ruas da região central

Foto ilustrativa: Manifestação de enfermeiros ocupa ruas de SÃO PAULO


SÃO PAULO, SP, 14 de março (Folhapress) - Um protesto de enfermeiros ocupa rua da região central de São Paulo na tarde de hoje. Segundo a PM, cerca de 450 pessoas participam do ato, que pede a regulamentação da jornada de trabalho da categoria para 30 horas semanais.
De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o grupo ocupava totalmente a rua da Consolação, no sentido centro, por volta das 18h30. Os manifestantes devem seguir em passeata até a praça da República.
O ato foi organizado pelo "Fórum Nacional 30 Horas Já", que reúne diversas entidades da enfermagem. Segundo a PM, os manifestantes carregam faixas e cartazes e são acompanhados por dois carros de som. 
Diário do Sudoeste FolhaPress



Manifestação bloqueia faixas da Rua da Consolação
Cerca de 450 pessoas seguiam para o Largo do Arouche. CET recomendava aos motoristas que evitassem a região.

Foto ilustrativa: Concentração dos profissionais de enfermagem

 Devido a um protesto, duas faixas da Rua da Consolação, na região central da capital paulista, estavam bloqueadas às 19h desta sexta-feira (14), de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

O grupo estava na altura da Rua Fernando de Albuquerque, e se deslocava para o Largo do Arouche. Os motoristas enfrentavam lentidão no sentido Centro.


Foto ilustrativa: ato realizado por cerca de 450 enfermeiros.

A CET recomendava aos motoristas que evitassem trafegar pela região e, se possível, optassem pelo transporte público. Agentes de trânsito estavam no local orientando o tráfego.

O ato era realizado cerca de 450 enfermeiros que reivindicavam a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais, segundo a Polícia Militar.

(Acesse o Radar G1 e saiba como está o trânsito em São Paulo agora, com câmeras nas principais vias e indicações de onde o fluxo de carros está lento, intenso ou livre. )


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quinta-feira, 13 de março de 2014

Em homenagem à amiga com câncer, mulheres raspam a cabeça

O objetivo do encontro era celebrar a alegria de viver de Gerdi, com as pessoas mais queridas. Só que ela teve uma grande surpresa.

A sul-africana Gerdi McKenna foi convidada, no último mês de fevereiro, para uma sessão de fotos com amigas e mulheres de sua família. Diagnosticada com câncer de mama em 2013 e já realizando as sessões de quimioterapia, o objetivo do encontro era celebrar a alegria de viver de Gerdi, com as pessoas mais queridas. Só que ela teve uma grande surpresa.
Antes do horário marcado para a sessão de fotos, mãe, irmã e amigas se reuniram em um salão para raspar a cabeça. O ato de solidariedade deixou a sul-africana sem fala. “Gerdi é uma pessoa incrível, isso é o mínimo que eu posso fazer. Se deixar a vida dela um pouco melhor, faço com prazer”, disse uma amiga. “Isso não é nada, diante do que ela está vivendo. Abro mão do meu orgulho”, disse outra, sem esconder o nervosismo.

Após recobrar-se do 'susto', Gerdi manifesta-se: “gostaria que esse vídeo seja uma inspiração, uma lembrança para que nós cuidemos mais uns dos outros”.

Imagens fortes
Atos de solidariedade como este se somam a iniciativas como as de Beth Whaanga, que posou de topless mesmo depois de ter passado por uma mastectomia dupla. Fotografada por Nadia Masot, Beth explicou que o objetivo é “mostrar o corpo da mulher de forma que represente sua força e poder pessoal". A imagem foi divulgada pouco tempo depois da polêmica sobre a campanha online 'Nipnominate', que convida mulheres saudáveis a postarem fotos de sutiã ou com os seios à mostra, com a hashtag #bangerstocancer. Por meio dela, apreciadores das imagens poderiam doar para um projeto de prevenção e tratamento.
A iniciativa foi vista como ofensiva às mulheres e como uma ação que reforça a importância estética dos seios, num contexto em que as vítimas do câncer, muitas vezes, são obrigadas a retirar as mamas. No caso das fotos de Beth, a avaliação dos especialistas, tanto em saúde quanto em marketing, foi diferente. “Quando seu corpo carrega as cicatrizes de uma cirurgia salva-vidas, e você tem a coragem e a confiança para compartilhar essas imagens com outras pessoas, a fim de confortar e inspirá-las, a ideia de posar com um biquinho, brilho labial e sutiã push-up, como no caso do Nipnominate, é risível”, diz Daisy Buchanan, colunista do The Guardian.

Beth Whaanga afirmou: “minhas cicatrizes querem dizer que estou viva. O câncer de mama não é sexy e o corpo da mulher não deve ser apresentado apenas para agradar o outro”, conclui a corajosa enfermeira australiana, mãe de quatro filhos e criadora do projeto 'Under de the red dress' (Sob o vestido vermelho). Algumas horas depois de postar as fotos reveladoras, no início de fevereiro, mais de 100 amigos 'desfizeram a amizade' com Beth no Facebook, ou seja, nem todas as respostas foram positivas em relação à atitude. Não por acaso, nesta quarta-feira (12), Whaanga compartilhou o vídeo acima, emocionada com o ato de solidariedade das amigas de Gerdi McKenna. Diario de Pernambuco

 
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Carlos Grana veta projeto que reduz jornada de enfermeiros

Prefeito de Santo André, Carlos Grana

Após três meses de polêmica, o prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), anunciou ontem veto ao projeto do opositor Sargento Lobo (Solidariedade) que reduz de 40 para 30 horas semanais a jornada de trabalho de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Com a decisão adotada pelo petista, a proposta segue nos próximos dias para apreciação na Câmara. A cúpula do Paço já avisou que em caso de derrubada à sanção, o governo entrará com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) para anular a matéria.

Grana afirmou que o veto já foi enviado ao Legislativo por considerá-lo inconstitucional. Segundo o prefeito, além de irregular por não ser atribuição do vereador, o projeto passa por discussão em Brasília pela diminuição para 36 horas semanais. “Tem discussão nacional sobre acordo entre o Ministério (do Trabalho) e a categoria. À medida que há debate podemos até negociar repasse para nosso custeio. Mas como vou dar o direito num momento em que precisamos de maior atenção para a Saúde? Não temos como arcar sozinhos.”

Outro impasse apontado por Grana é o fato da divisão contratual no setor, entre enfermeiros de carreira e outros por convênio terceirizado. Atualmente, a cidade conta com 800 profissionais na rede pública de Saúde. “É problema grave, uma vez que 50% são concursados e a outra metade contratada pela FUABC (Fundação do ABC). Não determino aos funcionários da Fundação. Olha o conflito que eu criaria. Por isso, não poderia tomar atitude irresponsável e sancionar o projeto”, concluiu o petista.

Aprovada na Câmara em dezembro, a proposta gerou desgaste político entre a administração petista e o parlamentar, que saiu da base de sustentação oficialmente no início deste mês. O departamento jurídico da Casa havia dado parecer contrário ao texto, porém os vereadores deram aval ao projeto, ignorando o apontamento técnico desfavorável. À ocasião do crivo, Lobo convocou os profissionais da área, que lotaram a sessão e fizeram pressão pelo sinal positivo em plenário. Havia crítica de que ele legislou em causa própria, pois a mulher é enfermeira.

Lobo usou a tribuna, recentemente, para alegar que a proposta seria avalizada se tivesse autoria de um petista. “Como não foi um companheiro (vereador do PT) creio que vão vetar”, frisou ele. “Caso venha o veto, nós podemos alcançar 11 votos necessários para derrubá-lo”, desafiou. Ontem, o parlamentar não foi localizado para comentar a decisão.

O secretário de Relações Institucionais, Tiago Nogueira (PT), avaliou o texto como demagógico ao citar que não houve diálogo. “A reivindicação é justa, mas (a proposta) foi para fazer média. O Lobo tem sido autor de projetos natimortos.” Diário do Grande ABC
Fábio Martins - Do Diário do Grande ABC - Claudinei Plaza/DGABC


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INFORMAÇÃO VITAL: Antitranspirantes pode causar nódulos nas axilas e até o câncer


 Antitranspirantes podem ser responsáveis por casos de câncer, principalmente nas mulheres

ESTA É UMA INFORMAÇÃO VITAL - literalmente a vida e a morte - Certifique-se de lê-la e repassa-la.

Água e sabão na axila antes de dormir!
Devemos passar a noite com axila limpa ou apenas com DESODORANTE, para ser um momento de respiração e transpiração.

Algum tempo atrás, fui a um seminário sobre Câncer de Mama, conduzido por Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.  Durante a discussão, perguntei por que a razão mais comum para o desenvolvimento de tumores de câncer de mama é próximo da axila. A pergunta não pode ser respondida naquele momento.

Tal informação foi enviada recentemente e estou contente que tenha sido respondida.


Toxinas são eliminadas através da transpiração e os antitranspirantes as impedem

Informei uma amiga que está passando por quimioterapia e ela disse que já tinha tal informação, obtida num grupo de apoio (a pessoas portadoras de câncer) que frequenta...

Agora desejo compartilhar tais informações com você!

Uma grande causa do câncer de mama é a utilização de antitranspirante.
Sim, antitranspirante!

A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de antitranspirantes/desodorantes. Olhe para os rótulos!
Desodorante é bom, Antitranspirante, NÃO!

A concentração de toxinas provoca mutação de células:

CÂNCER. Aqui está o porquê:

O corpo humano tem apenas algumas áreas onde você pode eliminar as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, na área de Inglês e axilas. As toxinas são eliminadas através da transpiração. Entretanto, o  antitranspirante, como o próprio nome já diz, impede a transpiração, portanto, inibe o corpo de eliminar as toxinas através das axilas. Estas toxinas não desaparecem de forma mágica. Como não são eliminadas com o suor, o organismo deposita nas glândulas linfáticas, encontrados sob os braços.

 Análise da localização de um tumor

A maioria dos cânceres de mama ocorrem no quadrante superior da área do peito, precisamente onde estão as glândulas. Em homens parece ocorrer em menor grau, mas não estão isentos dos efeitos produzidos pelos antitranspirantes.
O câncer se desenvolve por causa do uso de antitranspirante, quando, na verdade, deveria ser usado água e sabão. O que não ocorre com as mulheres! Quando os homens usam antitranspirantes, o produto não é aplicado diretamente sobre a pele, o fazem em grande parte, sobre os pelos das axilas.

As mulheres que aplicam antitranspirante após o barbear ou arrancar dos pelos das axilas, aumentando o risco, devido a pequenas fissuras e irritações da pele, facilitando que os produtos químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo delas.

Por favor, repasse esta informação e, no Facebook,  marque pessoas importantes para você!
O câncer de mama está se tornando assustadoramente comum e este aviso pode salvar algumas vidas.

Se alguém duvida destas informações, pode fazer a sua própria investigação! Provavelmente irá chegar à mesma conclusão.

Gom Reme - Com edição da direção deste blog

Por favor, repasse!

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segunda-feira, 10 de março de 2014

Setor de enfermagem faz protesto...

 Sinsaúde-SP mobiliza profissionais da área por melhores condições de trabalho

Setor de enfermagem faz protesto em março

Com o apoio da Força Sindical, categoria vai realizar ato em defesa da redução da jornada de trabalho Ivan Ventura

Especial para o DIÁRIO

J. Duran Machfee / FP Sinsaúde-SP mobiliza profissionais da área por melhores condições de trabalho Sinsaúde-SP mobiliza profissionais da área por melhores condições de trabalho
A exemplo da onda de protestos que vem ocorrendo no país desde junho do ano passado, agora é a vez dos profissionais da área de saúde de São Paulo e de outros estados irem às ruas do Centro da capital no dia 14 de março. Definitivamente, o motivo não são os famosos 20 centavos.

Os profissionais da enfermagem vão realizar o ato em defesa de um projeto de lei nacional que reduza a jornada de trabalho, que hoje é de 36 horas para enfermeiros e de 40 para auxiliares, para 30 horas. A reivindicação vale para toda a categoria

A expectativa do grupo é reunir aproximadamente 10 mil pessoas em uma passeata pela Avenida Paulista e outras ruas do Centro da cidade. A concentração será a partir das 14h, no vão-livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo).

“É uma luta antiga, iniciada há 70 anos. Em 2012, a lei que diminui a jornada para 30 horas quase foi votada no Congresso, mas foi retirada de votação na última hora e não conseguimos avançar”, diz Joaquim José da Silva, secretário-geral do Sinsaúde-SP (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo).

Na avaliação de Silva, a redução na jornada não vai conferir apenas maior tempo em casa para o trabalhador. Na verdade, o que está em jogo é uma questão de saúde, ressalta.

“Estamos falando de uma profissão bem desgastante, seja moral ou fisicamente. São esses profissionais que passam a maior parte do tempo com o paciente. Até no último momento de uma pessoa. É uma profissão que trabalha com a vida”, lembra.

Outras reivindicações /No dia do protesto marcado para março, outras reivindicações da categoria deverão ser lembradas. Uma delas é o pedido de mais verba para o SUS (Sistema Único de Saúde). “Estamos pedindo também  mais verba para o SUS. O sistema é ótimo, mas faltam recursos. No entanto, não tenho dúvida de que é um ótimo plano para a população da saúde, inclusive copiado por outros países”, destaca o sindicalista.

Quem deve apoiar o protesto é a Força Sindical. A entidade já confirmou presença no evento organizado pelo Sinsaúde-SP.

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Servidores da saúde de Ribeirão Preto propõem escala para implantar jornada de 30 horas

 
Representantes da Prefeitura de Ribeirão Preto e diretores do Sindicato dos Servidores da saúde estiveram reunidos para discutir estudos técnicos e financeiros para implantação da redução da jornada. Os servidores de nível técnico reivindicam a redução da jornada de 36 para 30horas semanais.

Durante reunião realizada na Secretaria da Casa Civil, diretores do Sindicato afirmaram ter uma escala que permitiria a implantação da jornada sem a necessidade de contratação de novos servidores. Por isso, uma nova reunião acontece na sede da Secretaria da Saúde, quando os técnicos do Sindicato vão se reunir com os técnicos das Divisões de Farmácia, Odontologia e Enfermagem.

“Nós já reduzimos a jornada destes servidores, de 40 para 36 horas, sem contratar novos servidores. Estamos trabalhando no limite. No entanto, vamos ouvir a proposta dos servidores. Vamos aguardar para analisar a proposta a ser apresentada”, afirmou o secretário Stênio Miranda.

A greve do setor técnico da Secretaria da Saúde envolve auxiliares e técnicos em enfermagem, auxiliares de consultório dentário e técnicos em farmácia. Segundo o secretário Stênio Miranda, a Administração Municipal já reduziu de 40 para 36 horas a jornada de trabalho desses servidores. No entanto, em setembro do ano passado o Executivo atingiu o limite prudencial de gastos com a folha de pagamento e, por isso, vem adotando medidas para a redução desses gastos.
 
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Fonte: Ribeirão Preto Online

sábado, 8 de março de 2014

Mulheres são 52% da população, mas no Congresso não passam de 10%


DIA DA MULHER »
Mulheres são 52% da população, mas no Congresso não passam de 10%

O Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje (8), reacende o debate e o desafio sobre a participação feminina na política. Apesar de representarem 51,95% do eleitorado no país, o percentual de mulheres no Congresso Nacional não chega a 10%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por exemplo, dos 513 deputados federais, 45 mulheres foram eleitas nas últimas eleições gerais em 2010, o que representa 9% do total, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para a socióloga do Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Joluzia Batista, os números mostram que a norma, de 2009, que obriga os partidos a destinarem 30%, no mínimo, das candidaturas às mulheres não tem sido cumprida. Ela defende adoção da lista alternada: 50% das candidaturas para homens e a outra metade para as mulheres, além da reforma política.

“Geralmente, as candidaturas de mulheres, sobretudo essas de trajetória de luta popular e comunitária, não são atraentes para o perfil dos financiamentos [de campanha]. Esse é um dado crucial. Tanto é que defendemos a reforma do sistema político e uma das questões é o financiamento público de campanha”, disse.

De acordo com o TSE, em outubro de 2010, o Brasil elegeu a primeira presidente da República, duas governadoras e 134 deputadas estaduais. Nas eleições municipais de 2012, foram eleitas 657 prefeitas (11,84%) e 7.630 vereadoras (13,32%).

A procuradora da Mulher no Senado, Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), também defende a reforma política como forma de ampliar a participação feminina. A senadora reconhece que a presença aumentou, mas ainda precisa melhorar. “Hoje, infelizmente, a cara do Parlamento e da política brasileira é uma cara masculina. E ela tem que ser uma cara com duas faces: um lado masculino e o outro feminino”, disse Vanessa. O Brasil está na posição de número 156 no ranking da representação feminina no Parlamento, entre 188 países, conforme levantamento que consta na cartilha "+ Mulher na Política: Mulher, Tome Partido”, feita pela procuradoria. Na comparação com 34 países das Américas, ocupa o 30º lugar.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TST), ministro Marco Aurélio Mello, ressalta que as mulheres ainda não estão presentes na política como deveriam. “Infelizmente, nós estamos em um país machista e a mulher acaba não participando, em termos de candidatura, como ela deveria participar.”

A participação feminina na política é antiga. Há 50 anos, quando foi instalada a ditadura militar no país, elas posicionaram-se contra. A militante Maria Amélia Teles foi uma das primeiras a combater o regime. Ela foi presa junto com o marido, a irmã grávida e os dois filhos. Hoje, integra a Comissão da Verdade de São Paulo e relembra o período. "É uma história de muita violência e essa violência tem que ser também lembrada para que ela não se repita, para que o Estado aperfeiçoe e consolide a democracia e não use desse autoritarismo, desse terror. Foi um terror que o Estado imprimiu em toda a sociedade com tamanha repressão, censura, perseguição".

Em nota divulgada nessa sexta-feira (7), a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, avalia que o país ainda tem que avançar para ampliar a representação feminina na política. "Ainda temos muito a conquistar: nessa área, o protagonismo feminino é muito desproporcional ao exercido em todas as outras."

No entanto, ela ressaltou que, em relação ao trabalho, as mulheres têm conquistado espaço em áreas até então consideradas masculinas, como mecânica e construção civil. Para Eleonora Menicucci, a presença da mulher no mercado de trabalho supera as expectativas. "Dos 4,5 milhões de empregos com carteira assinada gerados no governo da presidenta Dilma, 2,3 milhões foram ocupados pelo sexo feminino", destacou.

No comunicado, divulgado por ocasião do Dia Internacional da Mulher, a ministra também comemora a redução de mais de 50% da mortalidade materna no país, nos últimos 20 anos, e destaca os esforços do Poder Público para combater a violência contra a mulher. Com Agência Brasil
 
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