sexta-feira, 18 de agosto de 2017

AMEAÇA AOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM


A Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana do Recife, Expediu uma circular 05/20017, Ameaçando abrir INQUÉRITO ADMINISTRATIVO, com a possibilidade de desligamento do cargo. Caso os Técnicos de Enfermagem se recusem a realizarem a COLETA DE MATERIAL PARA EXAMES.
Acho deprimente essa situação que a categoria está enfrentando não só no município de jaboatão, mas também aqui no Recife.
Por outro lado o Conselho Regional de enfermagem de Pernambuco em vez de baixar uma decisão fez apenas uma parecer, cuja sua legalidade vem sendo questionada pelas gestões, Já o sindicato da categoria deveria cobrar do coren-PE que o PARECER JURÍDICO N° 085/2017 assim como o Parecer Técnico nº 035/2016 seja transformado em uma DECISÃO é isso que defendemos para que a categoria não fique sendo assediada dessa maneira deprimente.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Saúde estimula que profissionais compartilhem experiências da atenção primária


A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com o Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz e Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública, participa do projeto ‘Saúde é o Meu Lugar’, que tem como objetivo reunir e divulgar histórias de boas experiências desenvolvidas na atenção primária.

O projeto é desenvolvido por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná e Centro Formador de Recursos Humanos. A plataforma online está disponível para profissionais de todo o país, que podem compartilhar seus relatos nos formatos de texto, vídeo, foto ou áudio.

“A Atenção Primária é a porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde. É importante contar com um espaço para que nossos profissionais divulguem as ações que estão impactando na melhoria dos índices de saúde pública paranaense”, destacou o secretário de estado da Saúde, Michele Caputo Neto.

O Projeto está dividido em três etapas: a primeira é uma mostra online na qual os profissionais da saúde contam suas histórias; a segunda é a realização de cinco mostras presenciais regionais, uma em cada região do país, gerando debate sobre os temas apresentados pelos profissionais; e a última trata-se de uma mostra permanente onde tudo o que foi abordado nos encontros anteriores passa por uma curadoria e fica à disposição da população.

“A troca de experiências gera visibilidade aos profissionais que estão na ponta e atuam diretamente com a população. Graças a esta iniciativa damos margem a novas possibilidades de aprendizagem, discussão e reflexão”, salientou a diretora geral da Escola de Saúde Pública do Paraná, Ana Fonseca.

Segundo ela, é essencial que as equipes dos municípios publiquem suas histórias para estimular a troca de experiências.

HISTÓRIAS – Atualmente, a plataforma conta com 250 relatos de todo o país. A grande maioria vem de profissionais que atuam na região nordeste do Brasil por onde a Mostra já passou.

A assistente social Miriana Colavite Meneghin, que atua no município de Colorado, na região noroeste do Paraná, postou uma de suas atividades. Engajada em projetos como o ‘Um Novo Olhar’, que estimula mulheres com diabetes a realizarem atividades físicas, a assistente diz que adora compartilhar suas experiências.

“Conheci o projeto por acaso e resolvi experimentar. Compartilhei fotos de ações que fizemos aqui em Colorado e em municípios próximos e adorei. O site é muito simples e fácil de usar. Me divirto e me emociono com os relatos que as pessoas postam”, afirmou a assistente social, que diz incentivar que outras pessoas façam o mesmo. “Tem que compartilhar, mesmo”, reiterou.

MOSTRA – A etapa sul da ‘Mostra de Vivência nos Territórios’ será realizada em Curitiba nos dias 12 e 13 de setembro. O evento acontece na Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP) e reúne as experiências compartilhadas na plataforma, além de debates e palestras acerca de assuntos do dia a dia destes profissionais.

Na programação do evento estão previstas oficinas, rodas de conversas, apresentações artísticas e culturais e a exposição de trabalhos inscritos na plataforma.

Todos podem participar da Mostra, sejam profissionais de saúde ou a população em geral. Não é necessário realizar inscrição, basta comparecer na ESPP, das 14h às 20 no dia 12 e das 9h às 17h no dia 13. O endereço é Rua Doutor Dante Romanó, 120 – Tarumã – Curitiba/PR.

SERVIÇO – Para compartilhar suas experiências, basta acessar o site e enviar o conteúdo nos formatos de áudio, vídeo, texto ou imagem. Qualquer profissional que atua na atenção básica pode enviar suas histórias e todos os relatos compartilhados até os dias 12 e 13 de setembro podem fazer parte da ‘Mostra de Vivência nos Territórios’.

Para mais informações, entre em contato com a ESPP pelo telefone (41) 3342 -9818 ou pelo email espp@sesa.pr.gov.br.

Fonte: SES/PR

terça-feira, 25 de julho de 2017

Rivotril e seus semelhantes matam mais do que Cocaína e Heroína

Clonazepam composto químico, cujo nome fantasia mais popular é o Rivotril, tem sido usado para tratar ansiedade e distúrbios do sono. Pertence a uma classe de drogas chamadas benzodiazepinas. Em uma série de estudos realizados em Vancouver, as benzodiazepinas têm sido associadas a taxas de mortalidade mais altas do que as drogas ilegais, como a heroína ou a cocaína.

Os profissionais de saúde estão soando o alarme sobre o aumento do risco de morte associado ao uso de drogas psiquiátricas, o que foi destacado nos estudos de Vancouver publicados este mês.

Benzodiazepina (BZD) representa uma classe de medicamentos psiquiátricos conhecidos como “tranquilizantes” que podem reduzir a capacidade do corpo para respirar e são usados para tratar a ansiedade, distúrbios do sono, convulsões entre outras condições. Neste grupo se incluem drogas comumente prescritas, como Valium, Xanax e Rivotril.O primeiro dos estudos, que envolveu pesquisadores do Centro de Excelência em HIV e da Universidade de Vancouver, analisou o impacto do uso dos benzodiazepínicos sobre as taxas de mortalidade, e estabeleceu que o seu uso foi associado a um maior risco de morte do que as drogas ilegais.

O Dr. Keith Ahamad é um dos vários pesquisadores dos estudos realizados em Vancouver que estabeleceram que o uso de benzodiazepínicos está ligado a uma maior taxa de mortalidade do que as drogas ilegais. “Há muitas pesquisas feitas sobre as drogas mais tradicionais de abuso, como as drogas ilegais como a heroína, a cocaína e as anfetaminas, mas não se sabe muito sobre o abuso das drogas legais”, disse o Dr. Keith Ahamad, clínico Cientista e médico no St. Paul’s Hospital.

O estudo pesquisou um grupo de 2.802 usuários de drogas entre 1996 e 2013. Os participantes foram entrevistados semestralmente durante uma duração média de pouco mais de cinco anos e meio cada. Ao final do estudo, 527 (18,8 por cento) dos participantes haviam morrido.
Os pesquisadores descobriram que a taxa de mortalidade foi 1,86 vezes maior entre os usuários de drogas que usaram benzodiazepínicos, em comparação com aqueles que não usavam. Ahamad observou também que mesmo depois que os pesquisadores isolaram outros fatores que poderiam influenciar a mortalidade, como o uso de outras drogas, infecções e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários de benzodiazepínicos .

Um segundo estudo conduzido em um grupo menor, mas dentro do mesmo grupo citado acima, examinou a ligação entre o uso de benzodiazepínicos e a infecção de hepatite C (HCV). Dos 440 indivíduos negativos ao HCV que participaram do estudo, 158 relataram uso prescrito ou ilícito de benzodiazepínicos e 142 participantes contraíram HCV durante o curso do estudo.
O estudo concluiu que o uso de benzodiazepínicos está associado a uma taxa mais elevada de infecção de HCV: As taxas de infecção eram 1.67 vezes mais alta entre os participantes do estudo que usaram benzodiazepínicos, comparados com aqueles que não.

“Não há muita evidência científica para dizer que essas pessoas deveriam tomar esses medicamentos cronicamente”, disse Ahamad, reconhecendo que há uma tendência a se apoiar em medicamentos psiquiátricos prescritos, embora outras medidas não-farmacológicas – tais como psicoterapia, técnicas de respiração, tratamento sociológico – estão disponíveis.
Dr. Thomas Kerr, professor de medicina na UBC, ecoou esses sentimentos: “Muitas vezes, estamos procurando uma resposta em uma pílula, e muitas vezes, negligenciamos outras opções de tratamento”.

Ambos os médicos notaram que há muito pouca evidência para apoiar o uso de longo prazo de benzodiazepínicos.
“O mais interessante sobre isso é que se trata de um medicamento de prescrição, e as pessoas pensam que estão seguras”, disse Ahamad. “Mas, como se vê, provavelmente estamos prescrevendo essas drogas de uma forma nociva”
Kerr observou que o aumento de mortes relacionadas ao uso de benzodiazepínicos – “Tem sido uma epidemia de infusão há muitos, muitos anos” – reflete muito de perto um aumento de mortes relacionadas ao uso de opioides que tem sido amplamente documentado. Ele citou um quádruplo aumento nas mortes relacionadas ao uso de benzodiazepínicos nos Estados Unidos entre 1999 e 2014, e também observou que há 50 por cento mais mortes a cada ano nos Estados Unidos devido mais à medicina psiquiátrica do que à heroína.
“Esses estudos realmente revelam quão perigosas são essas drogas e devem ser usadas com grande cautela”, disse Kerr. “Não podemos nos concentrar apenas nos opioides, precisamos olhar para outros medicamentos que são usados em combinação”.
Ahamad acredita que grande parte do ônus é sobre os médicos, que precisam ser devidamente educados antes de prescrever benzodiazepínicos. Ele também reconheceu que a falta de médicos de família tem levado muitas pessoas a procurar clínicas, onde os registros de pacientes podem não ser muito precisos a respeito do histórico de tratamento do indivíduo. Kerr observou que também precisa haver um fortalecimento na forma como as prescrições são monitoradas e prescritas.
“Há riscos que vêm com esses medicamentos e precisamos ser muito, muito cuidadosos sobre como estamos prescrevendo-os”, disse Ahamad.
Os estudos foram publicados em Public Health Reports, no American Journal of Public Health e no Vancouversun.
Fonte: psiconlinews.com

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Enfermeiro e enfermeiras de Pernambucana mostre sua insatisfeita com eleição de chapa única do SEEPE Pela falta de transparência do nosso sindicato na prestação das contas do imposto sindical e contribuição associativa. Simplesmente não vote nessa Chapa!!! #NãoAoGolpe

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